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Com seis pedidos de dispensa da seleção para a Copa América parece não ter sido bem aceito pelo técnico Argentino, irritado com a situação, Magnano reclamou da mentalidade dos atletas que poderiam integrar a seleção. 

"Estou convencido que quem tem a última palavra neste negócio é o jogador, além da gestão ou responsabilidade das partes. A força de querer estar tem um peso muito grande no jogador que luta para estar na seleção. Na Argentina o melhor exemplo deste tipo de situações é sem dúvida Luis Scola, e no Brasil é Marcelinho Huertas", disse Magnano ao site argentino BasquetPlus.

Além de LeandrinhoVarejãoNenê Tiago Splitter, os casos que mais incomodam o treinador foram os pedidos de Lucas Bebê Victor Faverani que trocaram a seleção pelo treinamento com suas novas equipes na NBA.


"É preciso começar cedo a criar uma consciência de seleção. Nós tentamos, mas muitas vezes não conseguimos. O caso mais pontual é Lucas Bebê, a quem convidei a participar, convoquei, voltei a convocar, viajei para me reunir a ele e agora novamente pede dispensa. Há uma frase que utilizo muito: 'mais que palavras, quero atitudes'", reclamou o treinador.

"Estamos em situação bastante parecida com a que estão vivendo a maioria das equipes. No Brasil é a primeira vez que sofri tantas dispensas, se bem que ocorreu algo parecido no Pré-Olímpico, este ano se agravou um pouco mais. A ideia é esquecer rapidamente isso, porque não adianta nada se preocupar e lamentar", completouMagnano.

Segundo o treinador, as baixas serão um fator a mais para se trabalhar mais forte e que este problema irá prejudicar o nível do torneio que será disputado na Venezuela

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