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| Jhonatan em sua passagem pela Espanha |
Apesar de ter apenas 26 anos, o ala do Franca Basquete, Jhonatan possuí uma vasta experiência em seu currículo, que possuí passagem até pela Europa e Seleção Brasileira. Chegando na temporada passada ao time comandado por Lula Ferreira, o ala deu certo no esquema tático e na forma de jogo do experiente técnico e praticamente dobrou suas médias de pontuação em relação aos últimos anos, sendo assim, peça importante na rotação do seu time.
Com uma condição física pra lá de privilegiada, Jhonatan surgiu para o basquete profissional no Paulistano e mesmo com apenas 18 anos, conseguiu o vice-campeonato atuando pelo time da capital paulista. O que lhe rendeu uma convocação para a seleção brasileira, já comandada por Lula.
Jhonatan também se aventurou por três anos na Europa, jogando pelos times CB Clinicas Rincón, CEBA Guadalajara e Mérida, todos de divisões menores do país. Voltando de uma lesão grave no pulso e já totalmente recuperado e atuando em alto nível, o jogador fala exclusivamente com o Turnover Brasil.
TBR - Qual o balanço que você faz dessas duas temporadas que você vem sendo um dos pilares do Franca Basquete?
J - Vem sendo muito bom, o primeiro ano foi incrível, o trabalho que o Lula fez com muitos garotos! Esse segundo ano, temos jogadores mais experientes o que nos faz perder um pouco da virtude!
TBR - Suas expectativas vem sendo preenchidas pelo elenco, pela torcida, pelos objetivos que você tinha quando assinou o contrato?
J - Sim, só falta ganhar um titulo pra completar.
TBR - Como vem sendo trabalhar com o Lula e com tantos jovens no elenco? E nessa troca de experiências, qual foi seu maior aprendizado?
Com uma condição física pra lá de privilegiada, Jhonatan surgiu para o basquete profissional no Paulistano e mesmo com apenas 18 anos, conseguiu o vice-campeonato atuando pelo time da capital paulista. O que lhe rendeu uma convocação para a seleção brasileira, já comandada por Lula.
Jhonatan também se aventurou por três anos na Europa, jogando pelos times CB Clinicas Rincón, CEBA Guadalajara e Mérida, todos de divisões menores do país. Voltando de uma lesão grave no pulso e já totalmente recuperado e atuando em alto nível, o jogador fala exclusivamente com o Turnover Brasil.
TBR - Qual o balanço que você faz dessas duas temporadas que você vem sendo um dos pilares do Franca Basquete?
J - Vem sendo muito bom, o primeiro ano foi incrível, o trabalho que o Lula fez com muitos garotos! Esse segundo ano, temos jogadores mais experientes o que nos faz perder um pouco da virtude!
TBR - Suas expectativas vem sendo preenchidas pelo elenco, pela torcida, pelos objetivos que você tinha quando assinou o contrato?
J - Sim, só falta ganhar um titulo pra completar.
TBR - Como vem sendo trabalhar com o Lula e com tantos jovens no elenco? E nessa troca de experiências, qual foi seu maior aprendizado?
J - Olha o trabalho do Lula é surpreendente, e sempre gostei de jogar com os meninos mais jovens, eles te passam uma energia muito boa. O meu maior aprendizado foi ser paciente que as coisas não são sempre do jeito que eu quero.
TBR - Na temporada passada, você sofreu uma grave lesão, que afetou o esquema tático que o Lula havia feito para o decorrer do NBB, apesar de jovem, o Léo conseguiu fazer bons jogos na sua posição. Hoje você se vê totalmente recuperado? Ficou algum tipo de trauma?
J - Sim a lesão afetou a todos, porque eu e ninguém esperavam que fosse assim, mas estamos sujeitos a lesões! Sim a minha lesão foi muito grave infelizmente o punho não vai ficar 100% nunca mais. Terei que tratar a vida toda.
TBR - O objetivo do Franca nesse NBB é ficar no G4, qual você acha que seria o maior trunfo para conseguirem esse resultado?
J - Manter a defesa forte e jogar no ataque coletivo, só assim vamos chegar no G4.
TBR - Até hoje, qual foi o ponto mais alto da sua carreira? E o mais baixo?
J - Foi meu tempo de transição do juvenil para o adulto profissional, e o mais baixo foi essa lesão gravíssima.
TBR - Dentro e fora das quadras qual seu maior ídolo?
J - Minha mãe e minha maior idolo e dentro de quadra o Jordan.
TBR - E qual o seu sentimento pela torcida francana, após tanto apoio quando você se lesionou?
J - Sentimento de familia! Eu agradeço a cada torcedor pela força porque não foi fácil. Até pensei em parar de jogar, mas em cara recado e em cada mensagem tirava forças para voltar.


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